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Mostrando postagens com o rótulo uefi

Como recuperar a partição EFI no Windows?

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O instalador do Windows, em UEFI, sempre aproveita a partição EFI [1] existente, independente do disco em que resida, visto que deve ser única por máquina . Tê-la num disco diferente da instalação atual, remanescente de instalações anteriores, não é tão incomum. Remover ou apagar esse disco surpreende os não familiarizados ao impedir a inicialização. O que fazer quando a partição EFI não existe mais? Começamos iniciando a mídia de instalação e, nela, carregando o Windows RE, que é o ambiente de recuperação embutido. Os assistentes automatizados de nada ajudam nesta questão. Precisamos do Prompt de Comando: Reparar o computador → Solução de Problemas → Prompt de Comando. Primeiro passo é carregar o diskpart , identificar o disco da instalação a ser recuperada e selecioná-lo: diskpart list disk select disk X detail disk Substitua X pelo número que aparece na coluna "Nº Disco" de list disk . A saída de detail disk dará deta...

Mídia de instalação do Windows em MBR ou GPT?

Há uma enorme confusão sobre esse assunto. Afinal, para instalar o Windows em UEFI, a mídia de instalação precisa estar particionada em GPT? BIOS UEFI [1] suportam particionamento MBR e GPT, enquanto BIOS antigos (não UEFI) apenas suportam MBR [2] . Tanto faz, portanto, com UEFI. Então por que muita gente acha que GPT é requerido? Presumo por dois motivos: → O Windows requer que o disco de destino, no qual será instalado, seja particionado em GPT. A exigência, contudo, não aplica-se à mídia de instalação. → O Rufus artificialmente restringe a criação de mídias compatíveis com UEFI ao particionamento GPT, ao contrário do Media Creation Tool (MCT) da Microsoft, que sempre particiona em MBR. Tal comportamento do Rufus tem como objetivo evitar confusão, pois discos em GPT não iniciam em máquinas com BIOS antigos. Assim, tem-se uma mídia UEFI-only . Já discos em MBR funcionam com BIOS antigos. Será que tais mídias iniciam também em UEFI...

Ressuscitando, com Linux, um MacBookPro7,1

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Este MacBookPro7,1 (MC374BZ/A, ~2010) estava com o macOS 10.10 imprestável de tão lento. Consegui carregar o ZeroNG simplesmente pressionando option logo que inicia. Apple adotou UEFI por volta de 2006. Que vergonha para o ecossistema dos PCs. Disco zerado e variáveis do firmware apagadas; estranho quando funciona de primeira assim. Pesquisando sobre criação da mídia de instalação do macOS 10.13 — último suportado neste hardware —, achei a coisa confusa. Resumo para os preguiçosos como eu: melhor ter um Mac funcionando à mão para a tarefa . Como não tenho e o 10.13 já foi descontinuado, desisti (ver Mídia de instalação USB do macOS High Sierra (10.13.6) pelo Linux ). Windows 10 21H2 (x64) instala, porém não fica bom. Lá no fundo, o hardware desta máquina tem carinho por Unix-likes, né? Fedora Workstation 36 instalou, não sem tropeçar no particionamento "Personalizado Avançado". Bug menor , que, para quem não gosta do esquema ...

Como fazer o instalador do Windows 8+ ignorar chave do BIOS

A mídia de instalação do Windows 8 e superiores automaticamente detecta caso exista uma tabela ACPI MSDM no BIOS, contendo uma chave, e, quando presente, suprime a tela de escolha de versão (Home, Pro, etc). Há casos, entretanto, em que precisamos instalar uma versão diferente da que veio licenciada na máquina. Para isso, criamos um arquivo de texto plano com nome ei.cfg , dentro da pasta sources da mídia, contendo o seguinte: [Channel] _Default [VL] 0

UEFI:NTFS agora suporta secure boot

Ao usar o Rufus com o UEFI:NTFS (quando há arquivo maior do que 4 GiB na mídia de instalação do Windows), era necessário desabilitar secure boot temporariamente para conseguir inicializar pelo pendrive. Não mais a partir do Rufus 3.17. Pete conseguiu fazer a Microsoft assinar o UEFI:NTFS e o driver EFI baseado no NTFS-3G . Portanto, agora funciona com secure boot sem reclamar. Como os binários são públicos, podemos aproveitá-los no processo manual, para Linux, comentado no post Pendrive de instalação do Windows a partir do Linux (II) . Atualizei-o, pois o tamanho da partição para acomodar a imagem aumentou de 512 KiB para 1 MiB. Ou seja, refaçam seus pendrives de instalação do Windows com o Rufus 3.17+!

Pendrive de instalação do Windows a partir do Linux (II)

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No Windows 10 2009 (20H2), o arquivo sources\install.wim passou a ter mais de 4 GiB, o que impossibilita o uso de FAT32. Precisamos recorrer ao NTFS. Sem FAT32, contudo, perdemos a garantia de suporte via UEFI. A saída é o UEFI:NTFS , cujo propósito é ler sistemas de arquivos NTFS ou exFAT do disco em uso e carregar \EFI\BOOT\BOOT<arquitetura>.EFI . Criamos uma pequena partição de 1 MiB [1] , do tipo 0xEF , para abrigá-lo. Usamos a imagem FAT12 do Rufus ( uefi-ntfs.img ), que contém o UEFI:NTFS bem como drivers EFI para NTFS e exFAT . No espaço restante, uma única partição, ativa, do tipo 0x07 . # echo -e ',2048,EF\n,,07,*' | sfdisk --lock=yes --wipe=always --wipe-partitions=always --label=dos /dev/sdx # curl -Ls https://github.com/pbatard/rufus/raw/master/res/uefi/uefi-ntfs.img | dd conv=fsync,notrunc of=/dev/sdx1 Agora criamos o sistema de arquivos NTFS na segunda partição: # mkfs.ntfs -f /dev/sdx2 Caso o alvo seja UEFI, basta m...

Atualização de BIOS Dell no Windows PE x64

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Para modelos corporativos a Dell oferece diferentes meios de atualização de BIOS. Servidores, por exemplo, têm como opção atualizadores que rodam sobre Windows x64 (modelos antigos ainda oferecem versão x86 adicionalmente), DOS e até Linux. Já as máquinas domésticas não desfrutam da mesma facilidade. Temos apenas o executável híbrido Windows x86 e DOS. Quando não usamos Windows — e a Dell oferece modelos com Ubuntu —, ter que mudar o modo de inicialização para carregar DOS é uma chatice. Além de que, a partir do ano que vem, os fabricantes começarão a extinguir o Compatibility Support Module (CSM) , seguindo os passos da Intel. Daí adeus DOS e Windows x86. É muito mais fácil carregar um Windows PE x64, que inicializa via UEFI/Secure Boot sem briga, e rodar lá. No entanto, nele, não existe o subsistema WOW64 , sendo impossível rodar executáveis x86. Desde 2017 , a Dell disponibiliza um atualizador genérico x64: Utilitário de Flash do BIOS da Dell de 64 bits (3.3.6, A04) S...

Usando o MemTest86 em UEFI

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Um dos primeiros posts deste blog foi sobre como usar o Memtest86+ . Desde lá, a PassMark comprou o projeto original (sem o +) e voltou a desenvolvê-lo exclusivamente para UEFI (atual versão 7.x). A antiga versão 4.x (BIOS-only) foi descontinuada. O fork Memtest86+ também parece ter sido abandonado. É disponibilizado um programa para criar pendrive booteável, mas, para quem apenas quer a versão UEFI, é exagero. Visto que o firmware sabe ler FAT e FAT32 , basta copiarmos a pasta EFI da imagem ISO. Funciona com Secure Boot. Changelog aqui .

Desembarcando no Arch (O Retorno)

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Minha alforria do GRUB Bootloader no-nonsense: systemd-boot Não tenho nada contra o escopo do GRUB de ser um bootloader tipo pia da cozinha, que suporta tudo de todas as maneiras possíveis. Repugnante é o formato usado em seus arquivos de configuração. Como bom nômade, migrei para o Arch depois de longa estada no openSUSE. Só que desta vez decidi não usar o GRUB de jeito nenhum. Configurei meu notebook para iniciar em UEFI e passadas algumas horas, com relativa facilidade, tinha um Arch funcional e enxuto com o GNOME. No lugar do inchado bootloader , pus o systemd-boot, antigo Gummiboot. Achei a página que trata dele na wiki desnecessariamente complicada. Meu particionamento é o mais KISS possível ( sugiro o cfdisk ): Disk /dev/sda: 465.8 GiB, 500107862016 bytes, 976773168 sectors Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes Sector size (logical/physical): 512 bytes / 4096 bytes I/O size (minimum/optimal): 4096 bytes / 4096 bytes Disklabel type: gpt Disk identifier: XXXXXXXX-XXX...

Mais uma da Lenovo

Lenovo laptops can reinstall bundled crapware, even if you load a retail copy of Windows (ExtremeTech) Lenovo used Windows anti-theft feature to install persistent crapware (Ars Technica) Já não bastava o SuperFish . Agora, leia os links acima (mais este ) e fique aturdido. E veja o padrão: as linhas Think-alguma-coisa não são afetadas. O resto que se exploda. Crapware resistente a reinstalações do Windows, entregue por cortesia do firmware. Até nem culpo a Windows Platform Binary Table da Microsoft. Tem lá seu caso de uso como comentado no artigo do Ars. Contudo, a forma como a Lenovo usou a tecnologia é inaceitável. Aqui está a resposta: Lenovo Statement on Lenovo Service Engine (LSE) BIOS E as atualizações que removem o absurdo: Lenovo Service Engine (LSE) BIOS for Notebook Lenovo Service Engine (LSE) BIOS for Desktop Eu não dou mais um centavo para essa empresa. Sugiro a todos que fiquem com o pé atrás com hardware Lenovo depois dos recentes lamentáveis episódio...

Ghost Solution Suite não morreu!

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Ghost Solution Suite (GSS) é uma suíte fantástica de clonagem e restauração de imagens de sistemas operacionais. É um software robusto, fácil de usar, que nunca falhou comigo. Velho e confiável Ghost de guerra Pensei que havia sido abandonado; parou faz tempo na versão 2.5.1 (11.5.1.2266), que suporta apenas até o Windows 7/2008 R2. UEFI não é suportada. Ainda serve para quem tem parques usando BIOS ou UEFI+CSM com o Windows 7 em MBR. Apesar da combinação estar ultrapassada, deu para ir contornando pois o Windows 8 fracassou. Contudo, daqui a pouco, quando o Windows 10 der as caras e o pessoal começar a migrar, o problema vai aumentar. Fico feliz de saber que estão trabalhando na versão 3.0! ( beta no momento) When will come new Version of Ghost - GSS 3.0? (Symantec Connect) What's New in Ghost Solution Suite 3.0 (PDF, 936 KiB)

Downgrade fracassado para o Windows 7

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(ou: a bronca do Windows 8.1 Single Language com Bing) Num Positivo Union PCTV C1260 (BIOS 1.02 x64, EC 1.04.00), mesmo habilitando o modo Legacy, ao carregar o Windows 7 x64 SP1, me deparo com: The BIOS in this system is not fully ACPI compliant. Cada versão do Windows tem seus quirks, por isso não duvido que realmente seja um bug legítimo, sem o único objetivo de impedir o downgrade. O problema é que esta máquina veio com o Windows 8.1 Single Language com Bing ( link ), SKU CoreConnectedSingleLanguage , que usa uma mídia diferente da comentada no post Reinstalando o Windows 8(.1) Single Language . Por enquanto, existe ISO apenas em espanhol dessa versão e demais linguagens só na base da gambiarra . Mais uma vez a Microsoft complicando nossa vida. # lspci -nn 00:00.0 Host bridge [0600]: Intel Corporation ValleyView SSA-CUnit [8086:0f00] (rev 0e) 00:02.0 VGA compatible controller [0300]: Intel Corporation ValleyView Gen7 [8086:0f31] (rev 0e) 00:13.0 SATA controller [0106...

Intel Rapid Start Technology

Recurso gerenciado pelo firmware, que, depois de um (configurável) tempo, ou depois da bateria atingir baixo nível de carga, quando o sistema está no modo de espera, copia o conteúdo da memória para uma partição com identificador específico no SSD (só funciona com SSDs, não com HDDs) e desliga a máquina. Ao ligá-la, despeja o conteúdo da partição de volta na memória e engana o sistema operacional, que pensa ainda estar voltando do modo de espera. Com o Rapid Start ativo, não faz sentido oferecer o modo de hibernação, porque a máquina estará em modo de espera ou, se as condições forem atingidas (tempo, carga da bateria), hibernada por conta do firmware, sem interferência do sistema operacional. Ultrabooks costumam ter um SSD mSATA pequeno, entre 16 e 32 GB, para uso com o Rapid Start. O firmware apenas disponibilizará o recurso se achar a partição adequada nele tendo no mínimo o tamanho da quantidade de memória instalada. Vamos imaginar que o SSD esteja limpo, como novo, depois de u...

Bug 68761 corrigido

Existia um bug no kernel , de manifestação aleatória, que fazia o código EFI stub falhar. Impedia inicializar com o Gummiboot e demais bootloaders anti-inchaço para UEFI . Estará consertado no 3.16 e podemos esperar backports para as séries estáveis. x86/efi: Include a .bss section within the PE/COFF headers

Downgrade de Windows no Dell Inspiron 14 3437

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Como todo mundo adora o Windows 8, este tipo de informação é de utilidade pública. Possivelmente aplique-se aos demais modelos da marca. O firmware do 3437 oferece o CSM no modo UEFI. Portanto, basta desabilitar o Secure Boot [1] no setup (F2) e depois usar o menu de boot (F12) para carregar a mídia do Windows 7 64-bit. O segredo está em deixar a opção "Load Legacy Option Rom" habilitada. Ela que mantém o CSM ativo e possibilita o modo híbrido requerido pelo Windows 7. Desabilitando-a, o comportamento deste Dell passa a ser o mesmo dos Acer e, então, a única forma é usar o modo Legacy (em "Boot List Option"). Passeio pelo setup: Menu de boot: usar a opção sob "UEFI OPTIONS:" Para completar, apesar de vir com o Windows 8.1 SL de fábrica, o firmware tem uma tabela SLIC 2.1, que permite ativar o 7 sem, do ponto de vista técnico, artifícios . Windows 7 em UEFI + GPT (a partição MSR fica oculta) Os drivers estão no site ...

Chupeta no BIOS

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Ressuscitando placa com BIOS corrompido Repita comigo: Não comprar placa-mãe cujo chip do BIOS/UEFI não esteja num soquete. Não comprar placa-mãe cujo chip do BIOS/UEFI não esteja num soquete. Não comprar placa-mãe cujo chip do BIOS/UEFI não esteja num soquete. Não comprar placa-mãe cujo chip do BIOS/UEFI não esteja num soquete. Ou que no mínimo tenha os pinos para facilitar a programação ( cabos adequados ajudariam). Apesar do método macgyveriano, funcionou.

Modo Legacy no Acer Aspire E1-510

No post Desativar Secure Boot em notebooks Acer , várias pessoas comentaram não ser possível habilitar o modo "Legacy BIOS" no Acer E1-510-2811. O firmware não oferecia a opção e, sem CSM, o driver de vídeo genérico do Windows 7 x64 (que não usa GOP em UEFI como no Windows 8) não funciona. A Acer voltou atrás: Descrição Version Tamanho Data Enable BIOS Legacy mode 2.11 5.3 MB 2014/04/15 http://br.acer.com/ac/pt/BR/content/drivers Pegue enquanto ainda está quentinha a atualização. ☺ Provavelmente o arquivo seja um binário híbrido, que funciona apenas sobre Windows ou DOS . Como o DOS depende do modo Legacy, que não existe antes dessa atualização, a saída, para quem tem Linux pré-instalado, é colocar o Windows 8(.1) x64 temporariamente e atualizar por ele. Com a nova versão, daí, habilitando "Legacy BIOS", será possível instalar o Windows 7. [Atualização - 22/04/2014] Título editado. Aplica-se a todos os E1-510.

Boot por USB em notebooks Samsung com UEFI

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O firmware desativa boot por USB se a opção "Fast BIOS Mode" (menu "Advanced") estiver habilitada. Fast BIOS Mode Por vir com o Windows 8, o padrão é Secure Boot estar habilitado; automaticamente desabilita o CSM, portanto. Dá para alterar desabilitando "Secure Boot" (menu "Boot"), que abre como opções, em "OS Mode Selection", "CSM OS", "UEFI OS" e "CSM and UEFI OS". OS Mode Selection "CSM OS" é o modo Legacy. Leia UEFI x Sistemas Operacionais para mais informações. Referência: Samsung NP-RV415-CD3BR, firmware P07RAT.

UEFI x Sistemas Operacionais

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Introdução UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) é uma especificação aberta para firmwares criada pela Intel na metade dos anos 90 para a arquitetura IA-64 — chamada naquela época EFI, sem o "U" — e adaptada para x86 e ARM posteriormente. A indústria precisava rapidamente de um substituto para o BIOS e suas limitações de décadas. Mais ou menos a partir de 2009, os "BIOS" usados por muitos fabricantes de hardware na verdade não eram mais BIOS. Eram UEFI "Class 1", que ofereciam para o sistema operacional apenas o CSM através do modo Legacy. Na época do lançamento do Windows 8, as implementações já eram "Class 2", que podem operar em três modos: 1 - Legacy: o CSM (Compatibility Support Module) é habilitado e emula as interfaces do BIOS para o sistema operacional. 2 - UEFI: o CSM não é habilitado e apenas sistemas operacionais que suportem a especificação funcionam. 3 - Híbrido: ambos juntos funcionando ao mesmo tempo. A partir do W...

Dual boot em UEFI: Windows não oculta partições Linux

No particionamento MBR, os instaladores das distribuições, através da libparted, configuram o identificador das partições Linux como 83 ou 82 (swap). O Windows oculta no Explorer esses volumes pois sabe não tratarem-se de sistemas de arquivos que ele conheça. O particionamento GPT também tem um identificador de tipo, no formato GUID, que a libblkid chama de PART_ENTRY_TYPE ( blkid -p /dev/<partição> ). Até a versão 3.1, ao serem criadas partições em GPT para sistemas de arquivos Linux, a libparted configura seus identificadores com o mesmo GUID do Windows: EBD0A0A2-B9E5-4433-87C0-68B6B72699C7 ("Microsoft Basic Data"). Por isso, o Windows exibe os volumes Linux no Explorer e diz que o sistema de arquivos é "Raw", pois simplesmente não entende qualquer coisa que não seja FAT, NTFS ou ReFS. Partições Linux swap não são problema, pois a libparted cria-as com o GUID exclusivo 0657FD6D-A4AB-43C4-84E5-0933C84B4F4F . Foi padronizado que o identificador para par...