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systemctl revert

Útil complemento ao verbo edit (218+) do comando systemctl foi adicionado no systemd 230: revert . Pegue o exemplo do post systemctl cat/edit . Se quiséssemos desfazer as modificações locais, era preciso remover manualmente os drop-in e/ou overrides . Ficou mais fácil agora: # systemctl revert bacana.service Removed /etc/systemd/system/bacana.service.d/override.conf. Removed /etc/systemd/system/bacana.service.d. Caso tenhamos usado systemctl edit --full : # systemctl revert bacana.service Removed /etc/systemd/system/bacana.service. systemctl daemon-reload não é necessário, pois a configuração é automaticamente recarregada. revert trabalha apenas em /etc . Drop-ins em /usr não são removidos, visto que é considerado território do gerenciador de pacotes. CentOS 8.0 virá com systemd 239. 😉 Relacionado: Modificar parâmetros dos arquivos de unidade do systemd Básico dos arquivos de unidade do systemd Olho de Cylon do systemd Ordenação no systemd systemctl cat/edit ...

systemctl enable|disable|mask --now

A partir do systemd 220, a opção --now poupa uma invocação adicional do systemctl quando queremos habilitar e iniciar, ou desabilitar e parar uma unidade. # systemctl enable <nome>.<tipo> # systemctl start <nome>.<tipo> | v # systemctl enable --now <nome>.<tipo> # systemctl disable <nome>.<tipo> # systemctl stop <nome>.<tipo> | v # systemctl disable --now <nome>.<tipo> # systemctl mask <nome>.<tipo> # systemctl stop <nome>.<tipo> | v # systemctl mask --now <nome>.<tipo> Melhor de tudo: a equipe da Red Hat backportou o recurso para a versão 219 do RHEL 7.2. Relacionado: Modificar parâmetros dos arquivos de unidade do systemd Básico dos arquivos de unidade do systemd Olho de Cylon do systemd Ordenação no systemd systemctl cat/edit systemctl revert

Novidades do XFS

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EXT4 é legado Upcoming XFS Work in Linux v4.8 v4.9 and v4.10+ (Oracle Mainline Linux Kernel Development) Darrick J. Wong, da Oracle, juntou-se ao time de desenvolvimento do sistema de arquivos XFS e tem feito contribuições significativas. No kernel 4.8, foi adicionada mais uma árvore B+, que mapeia, dentro dos metadados, cada bloco a seu dono [1] . Na versão 4.9, foi introduzido suporte ao compartilhamento de extents, cujo pilar é outra outra árvore B+ [2] . Assim, copy-on-write [3] , um dos diferenciais do Btrfs, chega ao XFS [4] . Ambos recursos dependem do formato V5 e são experimentais. A árvore B+ adicionada no kernel 4.8 (rmapbt) será aproveitada a partir do kernel 4.11, que, confirmado o cronograma , trará capacidade de autoconsertar alguns problemas na estrutura do sistema de arquivos sem precisar desmontá-lo. Dependerá, no espaço de usuário, da ferramenta xfs_scrub da suíte xfsprogs [5] , que interagirá com o kernel através de uma nova requisição da chamada de s...

systemctl cat/edit

Não faz muito saímos do systemd 208 do CentOS 7.0 e 7.1 para o 219 do 7.2. A nova versão traz dois novos verbos no systemctl : cat (209) e edit (218). O primeiro, apesar de simples, é muito útil. Serve para mostrar a íntegra do arquivo de unidade em questão e também eventuais drop-ins e overrides . # systemctl cat bacana.service # /usr/lib/systemd/system/bacana.service [Unit] Description=Serviço bacana [Service] ExecStart=/usr/bin/sleep 10000000 [Install] WantedBy=multi-user.target Suponhamos que precisemos modificar bacana.service e ordená-lo após , por exemplo, crond.service . Usamos: # systemctl edit bacana.service Será aberto num editor um arquivo ( drop-in ) de nome override.conf dentro do diretório /etc/systemd/system/bacana.service.d (será criado se necessário). Para escolher qual editor usar, as variáveis de ambiente SYSTEMD_EDITOR , EDITOR e VISUAL (nessa ordem) são interpretadas. Se não existir nenhuma delas, são tentados em ordem: nano , vim e vi . Col...

A falsa sensação de segurança de "PermitRootLogin no"

É praticamente um mantra a ideia de que devemos colocar PermitRootLogin no em /etc/ssh/sshd_config em máquinas cujo servidor SSH fique exposto à internet. Até tem alguma utilidade se for usada autenticação por senha. "Alguma" pois não devemos jamais usar autenticação por senha! Mesmo que seja uma senha de 50 caracteres. Mais providências são requeridas para proteger minimamente o servidor. Use autenticação por chave pública. Uma chave ssh-rsa de 2048 bits é impossível ser quebrada pelo menos até meados da próxima década. Até lá você troca a chave ou migra para uma de 4096 bits. Há debate considerável da necessidade ou não de chaves deste comprimento atualmente; estando em dúvida, caso o cliente suporte e o consumo maior de processamento não seja fator determinante, vá direto para 4096 bits. Resta, claro, uma falha de segurança no daemon sshd (ou no kernel ou glibc quem sabe), que permita um invasor comprometer o sistema. Mantenha tudo atualizado. A seguir, uso como base o...

rpmbuild do openSUSE não extirpa símbolos de depuração

Acostumando com o Fedora/CentOS onde o processo de remoção de símbolos de depuração é realizado pelo script /usr/lib/rpm/brp-strip , pertencente ao pacote rpm-build , nem notei que no openSUSE existe um SUSEismo que separa essa tarefa em outro pacote: brp-check-suse . Depois de instalado, vejo, como deve ser, o tamanho dos binários e bibliotecas dinâmicas dos pacotes construídos com o rpmbuild despencar.

UPower em servidores

O UPower pode ser útil em servidores que tenham UPS com comunicação USB (e serial talvez). Os modelos da APC costumam funcionar sem briga. Assim, você consegue desligar a máquina antes das baterias esgotarem-se. No Fedora 21, instale o pacote upower . O serviço é ativado por D-Bus e é iniciado sempre que algum outro programa requisitar suas interfaces . O pacote do Fedora não espera, contudo, e inicia-o incondicionalmente via graphical.target . Isso funciona quando existe a pilha gráfica. Não quando você está numa instalação mínima em modo texto, cujo target padrão é multi-user.target . Podemos adotar três caminhos: - Executar durante o boot algum programa que ative o daemon ( upowerd ), como uma invocação do binário upower . Gambiarra que descarto. - Alterar o target com systemctl set-default graphical.target . Essa é uma solução decente, mas não me agrada muito pois, se formos analisar minuciosamente, o único serviço pertencente ao graphical.target será upower.service . - Al...

Repositório CentOSPlus

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A Red Hat fez uma faxina na configuração do kernel do RHEL 7. Desabilitaram módulos considerados obsoletos. Tais mudanças chegam ao CentOS 7. Alguns módulos que não existem mais no kernel oficial: 3c59x : adaptadores de rede 3Com velhos de guerra. forcedeth : adaptadores de rede integrados dos chipsets nForce da nVidia. e100 : adaptadores fast ethernet da Intel. ath5k : adaptadores wireless antigos da Atheros. b43 : driver comunitário para adaptadores wireless da Broadcom, em especial os antigos; o kernel oficial tem apenas o módulo mais novo brcmsmac . reiserfs : o semidefunto sistema de arquivos. jfs : idem. aic7xxx : adaptadores SCSI da Adaptec anteriores aos modelos Ultra320. O time do CentOS mantém, no repositório CentOSPlus, um pacote alternativo chamado kernel-plus . Basicamente só tem a configuração alterada para habilitar os módulos novamente. De vez em quando fazem também um backport que outro. As instruções para adicionar o repositório e escolher quais pacotes in...

CentOS 7!

Prepare seus servidores! https://www.centos.org/ Manuais: https://access.redhat.com/documentation/en-US/Red_Hat_Enterprise_Linux/ Um lançamento systemdizado e XFSzado . ☺

RHEL 7 será baseado no Fedora 18

E o Anaconda permitirá instalar o sistema (diretório /boot incluso) sobre XFS. http://youtu.be/H-cDorXHO5U?t=5m35s Mais informações: Red Hat's RHEL 7 roadmap (The H)

Colocar o Samba a funcionar com o SELinux

Antes de mais nada: SELinux é uma camada de proteção do sistema operacional. Procurem resistir à tentação de desabilita-lo! Quando a pasta encontra-se dentro de qualquer pasta dentro do /home é tranquilo, habilite o boleano samba_enable_home_dirs . # setsebool -P samba_enable_home_dirs 1 Porém quando é fora do /home , o SELinux bloqueará o acesso. Por exemplo, vamos usar este /etc/samba/smb.conf : [global] workgroup = GRUPO server string = logging = systemd map to guest = Bad User load printers = No [Arquivos] path = /arquivos read only = No guest ok = Yes (ver Guia de configuração do Samba não-PDC para uma configuração mais completa) E criar a pasta /arquivos com tudo liberado: # mkdir -m 0777 /arquivos Aparenta estar certo. Acessos não autenticados usarão a conta nobody , que poderá escrever em /arquivos . Além disso, o firewall foi corretamente configurado para liberar o Samba. Contudo, continua não funcionando. Falta configura...