Desembarcando no Arch (O Retorno)
Minha alforria do GRUB Bootloader no-nonsense: systemd-boot Não tenho nada contra o escopo do GRUB de ser um bootloader tipo pia da cozinha, que suporta tudo de todas as maneiras possíveis. Repugnante é o formato usado em seus arquivos de configuração. Como bom nômade, migrei para o Arch depois de longa estada no openSUSE. Só que desta vez decidi não usar o GRUB de jeito nenhum. Configurei meu notebook para iniciar em UEFI e passadas algumas horas, com relativa facilidade, tinha um Arch funcional e enxuto com o GNOME. No lugar do inchado bootloader , pus o systemd-boot, antigo Gummiboot. Achei a página que trata dele na wiki desnecessariamente complicada. Meu particionamento é o mais KISS possível ( sugiro o cfdisk ): Disk /dev/sda: 465.8 GiB, 500107862016 bytes, 976773168 sectors Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes Sector size (logical/physical): 512 bytes / 4096 bytes I/O size (minimum/optimal): 4096 bytes / 4096 bytes Disklabel type: gpt Disk identifier: XXXXXXXX-XXX...