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Mostrando postagens com o rótulo ghost

Ghost e o BCD

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No particionamento MBR, o BCD armazena o caminho para cada partição usando deslocamento e assinatura de disco (ver Como as partições são identificadas no BCD ). Clonando discos com o venerável Ghost, poderíamos assumir que, ao mover os inícios das partições (ao redimensioná-las), suas entradas ficariam inválidas. MBR Não é o caso, pois o programa é inteligente para automaticamente atualizar o BCD, tanto com o deslocamento, quanto com a nova assinatura de disco. Por padrão, uma nova assinatura é criada no destino nos modos disco para disco e imagem para disco . Com GPT, novos GUIDs são gerados, para o disco e partições — BCD é atualizado de acordo igualmente. Podemos alterar esse comportamento com -fdsp , que mantém a assinatura original em MBR (deslocamentos são atualizados no BCD mesmo assim) e, em GPT, preserva todos os GUIDs, de modo que o BCD não precisa ser alterado. Ter mais de um disco co...

Como está o suporte ao Linux do Ghost (agosto/2020)

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Novidades desde a última vez . A partir da versão 12.0.0.11181 (Ghost Solution Suite 3.3 RU4) e 12.0.0.11197 (Deployment Solution 8.5 RU4) [1] : - EXT4 com recurso metadata_csum ainda é problemático. Captura funciona pelo menos, com reclamação. Não é mantido ao restaurar. EXT4 com metadata_csum - XFS é suportado. Desde a 12.0.0.10618, há a opção -ISR , que habilita um tal de "Smart Raw Imaging for use with XFS filesystems", cuja descrição é "only sectors that by along with their locations on disk rather than capturing full disk sectors". Na nova versão, a opção passou a ser habilitada automaticamente. Pelo jeito, o formato do arquivo mudou, pois a Broadcom diz que imagens contendo XFS criadas com versões anteriores precisam ser refeitas. Pelo pouco que pude testar, funciona direito. - Aliás, agora é Broadcom Ghost, pois a Symantec foi vendida. - Clonagem de disco...

Recurso pouco conhecido do Ghost

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Local → Partition → From Image É possível especificar a mesma partição onde está a imagem como a de destino. Todos os arquivos existentes no volume serão apagados, com exceção da imagem se escolhermos preservá-la. Interessante. Parece que o sistema de arquivos é recriado, pois podemos restaurar imagem contendo NTFS sobre um volume FAT32 (provavelmente o contrário também funcione).

Como está o suporte ao Linux do Ghost

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Creating ext4 filesystem A partir da suíte Ghost Solution Suite 3.0 , suporte ao Linux foi melhorado. Binários ELF x86-32 passaram ser distribuídos e suporte ao EXT4 foi adicionado. Contudo, há limitações. - Apenas EXT2/3/4 são suportados sem recorrer à opção -ia , que faz ineficiente cópia bit-a-bit. - Versão 12.0.0.10517+ é requerida para sistemas EXT4 com recurso 64bit ativo. - EXT4 com recurso metadata_csum não é suportado até a versão 12.0.0.10618 (última enquanto escrevo). Passou a ser usado por padrão a partir da versão 1.44 da suíte e2fsprogs (Debian e derivados adotaram a mudança na 1.43). É possível editar o arquivo /etc/mke2fs.conf antes de iniciar o instalador para reverter: --- /etc/mke2fs.conf 2018-03-24 19:13:28.000000000 +0000 +++ /etc/mke2fs.conf 2018-10-14 11:20:19.918861668 +0000 @@ -11,7 +11,7 @@ features = has_journal } ext4 = { - features = has_journal,extent,huge_file,flex_bg,metadata_csum,64bit,dir_nlink,extra_isize + features = has_jou...

Dicas para transplantes de Windows (VirtualBox)

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Seguindo o post anterior , quando movi uma instalação do Windows XP para o VirtualBox, neste tratarei de alguns detalhes chatos do processo. Cenário comum é pegarmos uma máquina baleada, cujo hardware não funciona mais. Tiramos o disco, fazemos uma imagem e colocamos dentro do VirtualBox. Usando o Ghost no Windows PE, em certos casos — ainda não identifiquei em quais circunstâncias ocorre —, o arquivo VMDK/VHD não fica com permissão de escrita para usuários normais, apesar das ACLs estarem corretas. Isso ocorre porque o arquivo é criado com um Integrity Level alto. ILs têm prioridade maior do que as convencionais ACLs. Para complicar, não achei ferramenta embutida no sistema que permita remover ILs ( icacls permite modificá-los com a opção /setintegritylevel ). Precisamos de ferramenta de terceiros (obrigado, Microsoft!) para fazê-lo: chml.exe ( link ). Como Administrador: chml <unidade>:\caminho\imagem.vhd -rl Pronto. O misterioso erro do VirtualBox reclamando que o dis...

Transplantando instalação do XP para o VirtualBox

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Pelos mais variados, às vezes absurdos, motivos, cacarecos com Windows XP ainda estão na ativa. Em geral, hardware cambaleante. Um provável meio de lidar com o abacaxi é passá-los para dentro de ambientes virtualizados. Sendo o VirtualBox gratuito, é a solução que usarei aqui. Existem diversas ferramentas [1] para extrair o conteúdo do disco onde as velharias residem. O Symantec Ghost , o mais clássico dos programas para tal fim, suporta salvar diretamente em VMDK (VMware) desde a versão 11.5 e em VHD (Virtual PC, Hyper-V) desde a 12. No entanto, usando a GUI do programa, não é possível salvar nesses formatos. Só permite fazê-lo no seu formato nativo GHO. Recorremos então à linha de comando. O gdisk32 chamado sem argumentos nos dá os índices de cada dispositivo (estou rodando-o no Windows PE): Disk Partitions Cylinders Heads Sectors Mbytes Model 1 1 14593 255 63 114473.5 PH4-CE120 2 1 38913 255 63 305245.3 WDC WD32 0...

Ghost 12 agora funciona com EXT4 64-bit

Aquele bug foi consertado na versão 12.0.0.10517 ( Ghost Solution Suite 3.1 Maintenance Pack 6 )! Volumes EXT4 criados com a opção 64bit são salvos e restaurados corretamente.

Ghost 12 suporta (com bugs) EXT4

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Desde 2015, o venerável Symantec Ghost [1] , parte da Ghost Solution Suite (atualmente na versão 3.1), voltou a ser atualizado , saindo da cansada versão 11.5.1 para a 12. Além de suportar oficialmente os Windows modernos (ver esta tabela ), também trouxe suporte [2] ao sistema de arquivos EXT4. Na 11.5.1, suportava apenas EXT2 e EXT3. Volumes EXT4 eram rejeitados com um tal erro 652 ( Attempted to access an inconsistent Linux partition ). Estranho não ter uma palavra sobre a novidade nas notas de lançamento . A versão 12 preserva todas as características de volumes EXT4 formatados com o mke2fs da série 1.42 [3] (via mkfs.ext4 ), com exceção de uninit_bg , que faz pouca diferença, pois afeta apenas o tempo requerido pelo e2fsck para verificar o sistema de arquivos. No entanto, se o sistema de arquivos tiver o recurso 64bit habilitado (a partir do mke2fs 1.43 o é por padrão), daí o programa falha por completo. Não é exibido erro algum ao criar e restaurar a imagem, porém o ...

Ghost Solution Suite não morreu!

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Ghost Solution Suite (GSS) é uma suíte fantástica de clonagem e restauração de imagens de sistemas operacionais. É um software robusto, fácil de usar, que nunca falhou comigo. Velho e confiável Ghost de guerra Pensei que havia sido abandonado; parou faz tempo na versão 2.5.1 (11.5.1.2266), que suporta apenas até o Windows 7/2008 R2. UEFI não é suportada. Ainda serve para quem tem parques usando BIOS ou UEFI+CSM com o Windows 7 em MBR. Apesar da combinação estar ultrapassada, deu para ir contornando pois o Windows 8 fracassou. Contudo, daqui a pouco, quando o Windows 10 der as caras e o pessoal começar a migrar, o problema vai aumentar. Fico feliz de saber que estão trabalhando na versão 3.0! ( beta no momento) When will come new Version of Ghost - GSS 3.0? (Symantec Connect) What's New in Ghost Solution Suite 3.0 (PDF, 936 KiB)

Tipos de imagem do Ghost

Acho que o Ghost é o programa mais popular de clonagem de disco. Na verdade, existem dois "Ghosts", o Symantec Ghost e o Norton Ghost. São produtos diferentes. O Symantec Ghost vem na suíte Ghost Solution Suite e é destinado ao mercado corporativo, enquanto o Norton Ghost, mais barato, é vendido nas caixinhas para os usuários finais. Este post leva em conta o Symantec Ghost, mas provavelmente sirva para o Norton Ghost também. Ao criar/restaurar imagens de um sistema operacional, você espera que ao final tenha um sistema booteável, certo? O Ghost só lhe garante que mexerá no código de boot do MBR quando você criar/restaurar imagens de disco, ou seja, usa as opções Local → Disk → To Image (criar) Local → Disk → From Image (restaurar) com sistemas operacionais suportados. Nos demais, ele até pode suportar o sistema de arquivo usado e lhe entregar o particionamento correto, mas o bootloader pode não funcionar. Existem alguns quebra-galhos, como força-lo a copiar o códi...

Usando o Windows PE 3.0 e o Ghost32 para criar um disco de restauração

Seguindo o tutorial sobre o uso do Ghost32 pela rede ( Usando o Windows PE 3.0 para rodar o Ghost32 pela rede ), aqui vai outro sobre como usar o Windows PE 3.0 para criar um disco de restauração automatizado. Quem lembra daqueles CDs Quick Restore que vinham nos PCs Compaq? Pois o objetivo foi criar algo que fizesse a mesma coisa, usando o Windows PE 3.0, uma imagem do Ghost como base e tendo scripts para automatizar. O Windows PE é o mesmo do tutorial anterior. Irei copiar a parte comum de lá. - Baixe o Windows AIK do 7 em pt-BR ( O kit de Instalação Automatizada do Windows® (Windows AIK) para Windows® 7 ). Não precisa gravar o DVD. Extraia o conteúdo do ISO com algum programa tipo 7-Zip, WinRAR, UltraISO, e instale. - Inicie o prompt rodando-o como Administrador: Iniciar → Microsoft Windows AIK → Prompt de Comando da Ferramentas de Implantação. Usarei como pasta de trabalho C:\PE . 1 - Copie a árvore de arquivos para trabalhar com o Windows PE — versão 32-bit: copype....

Usando o Windows PE 3.0 para rodar o Ghost32 pela rede

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Todos que já trabalharam em algum laboratório de informática sabem que o uso de imagens para restaurar o sistema operacional é algo indispensável, pois poupa um tempo enorme que seria perdido em instalações e dá a possiblidade de ter um ambiente padronizado em todas as máquinas sem grande trabalho. O Symantec Ghost é muito usado e desde muito tempo ele possui uma versão para DOS (imortalizada na versão 7.5, que foi muito popular). Recentemente eu precisei usar o Ghost pela rede e esbarrei em problemas com o velho NetBootDisk que é meu conhecido há anos. A partir do Vista, a autenticação através do protocolo LANMAN, do tempo paleolítico e usado por todos sistemas DOS com suporte a rede, vem desativada. Idem com a versão 3 do Samba, que por padrão desabilita-a ( lanman auth = No ). Nos Windows Server também não funciona a partir do 2003 por causa do uso de pacotes SMB assinados, que não são suportados pelo cliente DOS. Além da rede capenga, a lentidão ao usar o Ghost para DOS é um c...