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Mostrando postagens com o rótulo opensuse

Backup no escuro no Linux

Um dos maiores trunfos do Linux é podermos usar instalações realmente pequenas para funções específicas. Tratarei aqui de um mecanismo de backup automático, sem intervenção do usuário: ao plugar um HDD externo, o mesmo será montado, uma pasta será copiada com o rsync e, por fim, o disco será desmontado e desconectado. A distribuição usada é o openSUSE Leap 15.2, porém pode ser adaptado para qualquer outra [1] . Identifique o dispositivo onde será feito o backup: # blkid /dev/sdb1 /dev/sdb1: LABEL="BACKUP123" UUID="xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx" TYPE="ext4" PARTUUID="xxxxxxxx-xxxx-xxxx-xxxx-xxxxxxxxxxxx" Crie a regra para o udev: /etc/udev/rules.d/99-hdd-externo.rules ACTION=="add", SUBSYSTEM=="block", ENV{ID_FS_TYPE}=="ext4", ENV{ID_FS_LABEL}=="BACKUP123", TAG+="systemd", ENV{UDISKS_IGNORE}="1", ENV{SYSTEMD_WANTS}+="meubackup@%N.service" ENV{UDISKS_IGNORE}=...

openSUSE Leap 15.0 já era

Suporte terminou em 03/12/2019. Hora de atualizar para o 15.1! https://lists.opensuse.org/opensuse-announce/2019-12/msg00000.html Quem não usa repositórios de terceiros nem Btrfs, basta primeiro atualizar o sistema, reiniciando caso necessário: # zypper up E depois: # sed -i 's/15.0/15.1/g' /etc/zypp/repos.d/*.repo # zypper --gpg-auto-import-keys ref # zypper dup Reinicie e pronto. Nos demais casos, ver: https://en.opensuse.org/SDB:System_upgrade

Particionamento MBR no openSUSE Leap 15.0

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openSUSE Leap 15.0+ cria por padrão particionamento GPT mesmo ao inicializar via BIOS. Para usar MBR, recorra ao particionador avançado, clique em "Avançado..." e depois em "Criar nova tabela de partição". Selecione então "MS-DOS (estilo clássico)". Daí para frente, crie as partições a gosto.

SUSE dentro do Windows 10

Make Windows green again – Part 1 (SUSE Blog) (via Thurrott.com ) É possível trocar o espaço de usuário básico do Ubuntu usado pelo Windows Subsystem for Linux (WSL) do Windows 10 pelo do (open)SUSE. Confesso que me sinto mais confortável no ambiente verde do camaleão. E tem isto (não testei): https://github.com/RoliSoft/WSL-Distribution-Switcher .

Finalmente fontes legíveis no openSUSE Leap 42.1

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Trabalhar com informações erradas dificilmente produz bom resultado. Sempre pensei que o pacote freetype2 do openSUSE vinha com subpixel rendering . Porque o panaca aqui via no pacote fonte o arquivo freetype2-subpixel.patch contendo: Index: freetype-2.5.4/include/config/ftoption.h =================================================================== --- freetype-2.5.4.orig/include/config/ftoption.h +++ freetype-2.5.4/include/config/ftoption.h @@ -92,7 +92,7 @@ FT_BEGIN_HEADER /* This is done to allow FreeType clients to run unmodified, forcing */ /* them to display normal gray-level anti-aliased glyphs. */ /* */ -/* #define FT_CONFIG_OPTION_SUBPIXEL_RENDERING */ +#define FT_CONFIG_OPTION_SUBPIXEL_RENDERING /*************************************************************************/ @@ -604,7 +604,7 @@ FT_BEGIN_HEADER /* This option requires TT_CONFIG_OPTION_BYTECODE_INTERPRETE...

Desembarcando no Arch (O Retorno)

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Minha alforria do GRUB Bootloader no-nonsense: systemd-boot Não tenho nada contra o escopo do GRUB de ser um bootloader tipo pia da cozinha, que suporta tudo de todas as maneiras possíveis. Repugnante é o formato usado em seus arquivos de configuração. Como bom nômade, migrei para o Arch depois de longa estada no openSUSE. Só que desta vez decidi não usar o GRUB de jeito nenhum. Configurei meu notebook para iniciar em UEFI e passadas algumas horas, com relativa facilidade, tinha um Arch funcional e enxuto com o GNOME. No lugar do inchado bootloader , pus o systemd-boot, antigo Gummiboot. Achei a página que trata dele na wiki desnecessariamente complicada. Meu particionamento é o mais KISS possível ( sugiro o cfdisk ): Disk /dev/sda: 465.8 GiB, 500107862016 bytes, 976773168 sectors Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes Sector size (logical/physical): 512 bytes / 4096 bytes I/O size (minimum/optimal): 4096 bytes / 4096 bytes Disklabel type: gpt Disk identifier: XXXXXXXX-XXX...

Configuração de proxy no openSUSE

No Windows , pelo menos desde o XP, é tudo automático com WPAD. "Detectar automaticamente as configurações", em "Opções da Internet", que é habilitado por padrão, faz todos os componentes do sistema e a maioria dos programas de terceiros funcionarem sem intervenção do usuário. Já no Linux é complicada a situação. Uso como referência aqui o openSUSE 42.1. Deve servir em maior ou menor grau para as demais distribuições também. A forma tradicional de configurar manualmente, para todos os usuários, é definir as variáveis de ambiente http_proxy , https_proxy , ftp_proxy e no_proxy , o que pode ser feito criando um arquivo ( proxy.sh , por exemplo) em /etc/profile.d contendo: export http_proxy=http://[usuário:senha@]servidor.domínio:porta export https_proxy=http://[usuário:senha@]servidor.domínio:porta export ftp_proxy=http://[usuário:senha@]servidor.domínio:porta export no_proxy="localhost, 127.0.0.1, ::1, .domínio" (ou endereço IP no lugar de servido...

Sobre o openSUSE Leap

O pessoal do openSUSE mudou, não faz muito, radicalmente a forma como a distribuição é desenvolvida. Até o openSUSE 13.2, a interação SUSE Linux Enterprise (SLE) ↔ openSUSE operava aos moldes da Red Hat Enterprise Linux (RHEL) ↔ Fedora. Ou seja, a versão comunitária era independente e tinha seu próprio timing , mais ou menos regular. Continuamente avançando. O tradicional processo: período de desenvolvimento onde major versions são atualizadas por todo o repositório, estabilização ( freeze ), lançamento, manutenção, EOL. Assim repetindo sempre. Em intervalos de tempo, o irmão corporativo pega um snapshot do repositório da versão comunitária, faz uma rodada adicional de estabilização para ter sua nova versão. A partir do Leap, o openSUSE passou a ter duas versões. O Leap é baseado no SLE e em boa parte usa as versões dos programas dele (o encanamento é exatamente o mesmo). Inclusive não tem mais versão x86-32. Uma versão conservadora, equivalente ao CentOS — mas não 100%, pois no Le...

rpmbuild do openSUSE não extirpa símbolos de depuração

Acostumando com o Fedora/CentOS onde o processo de remoção de símbolos de depuração é realizado pelo script /usr/lib/rpm/brp-strip , pertencente ao pacote rpm-build , nem notei que no openSUSE existe um SUSEismo que separa essa tarefa em outro pacote: brp-check-suse . Depois de instalado, vejo, como deve ser, o tamanho dos binários e bibliotecas dinâmicas dos pacotes construídos com o rpmbuild despencar.

Pacotes sugeridos no openSUSE

A libzypp por padrão instala pacotes sugeridos. Me incomoda, pois nem sempre as sugestões têm utilidade. Existem duas formas de parar isso. A primeira é configurar o zypper (a ferramenta de linha de comando): # sed -ri 's/^# (installRecommends =) yes/\1 no/' /etc/zypp/zypper.conf A segunda, minha preferida, é configurar a libzypp. Desta forma, todos os eventuais consumidores da biblioteca (YaST, por exemplo) herdam o comportamento: # sed -ri 's/^# (solver.onlyRequires =) false/\1 true/' /etc/zypp/zypp.conf

Ho ho ho

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Mídia de instalação do openSUSE 13.2:

Espelhamento simples no Linux

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É comum pequenos escritórios adotarem uma máquina na rede para servir como servidor de arquivos e, talvez, gateway de internet (com ou sem um proxy). Usei como base para o post Guia de configuração do Samba não-PDC um cenário assim. Backup costuma ser negligenciado nesses locais e não é incomum boa parte dos dados importantes, quando não todos, estar unicamente num disco rígido de consumo, instalado numa máquina de fundo de quintal com uma fonte genérica ligada num estabilizador. Existem três providências que podem melhorar consideravelmente a confiabilidade sem grande custo: - Se for uma máquina Frankenstein, colocar uma fonte de alimentação decente. Uma fonte com PFC ativo barata fica entre R$ 100 ~ 200 e é suficiente. Jogue o estabilizador no lixo reciclável e ligue-a num protetor contra surtos . - Coloque Linux no servidor. Dá para conseguir resultado similar usando Windows Server (com mais trabalho), mas trato aqui de uma configuração com Linux. A distribuição escolhida é...

Caminhos absolutos nos scripts executados pelo RPM

Se os comandos a serem executados pelos scripts estiverem nos locais convencionais, os caminhos absolutos são desnecessários. O RPM configura o seguinte como $PATH antes de executá-los. PATH=/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin:/usr/X11R6/bin ( versão 4.12.x ) Referências: Fedora , openSUSE .

O que vem pela frente no SLES 12

https://www.suse.com/releasenotes/x86_64/SUSE-SLES/12/ Juntos, Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e SUSE Linux Enterprise Server (SLES) são os Linuxes pagos mais tradicionais. Na futura versão 12 do SLES, várias novidades. Dentre elas: - Sem versão 32-bit. - systemd como init. \o/ - kmod no lugar do module-init-tools. - initramfs gerado pelo dracut (no lugar do mkinitrd) e comprimido com XZ. - rsyslog no lugar do syslog-ng. - GRUB2 é o único bootloader suportado. GRUB Legacy e Lilo foram aposentados. - O gerenciamento das interfaces de rede nas instalações não-desktop é feito pelo wicked, não mais pelos scripts ifup. Bem-vindo, sem dúvida. Pena o systemd-networkd não ter ficado pronto a tempo (o wicked começou a ser desenvolvido antes). Só fiquei triste com o uso de XML nos arquivos de configuração. Paciência. ☹ - Btrfs usado por padrão no diretório raiz. XFS V5 no /home e demais partições "de dados". - ReiserFS é tratado como legado: o módulo está disponível e é po...

VLC + VA API no openSUSE

Grata surpresa que o VLC (no momento, 2.1.0) do repositório Packman vem com tudo pronto para usar decodificação por hardware em hardware Intel e (parece) nVidia. Basta ir "Tools → Preferências → Entrada / Codificadores" e na opção "Hardware-accelerated decoding" escolher entre "Automático", "Video Decoding and Presentation API for Unix (VDPAU)" ou "Video Acceleration (VA) API". Seria bom vir habilitado por padrão. Talvez "Automático" ainda não seja 100% seguro com hardware problemático. E só. Com uma GPU Intel HD 4000 no openSUSE 12.3: ( vainfo faz parte do pacote vaapi-tools ) $ vainfo vainfo: VA-API version: 0.33 (libva 1.1.0) vainfo: Driver version: Intel i965 driver - 1.0.19 vainfo: Supported profile and entrypoints VAProfileMPEG2Simple : VAEntrypointVLD VAProfileMPEG2Main : VAEntrypointVLD VAProfileH264Baseline : VAEntrypointVLD VAProfileH264Baseline ...

Lenovo ThinkPad Edge E430 (+ compatibilidade com Linux)

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[Atualização - 25/11/2014] Por que não compro mais nada da Lenovo Comprei um ThinkPad Edge E430 (3254-TLP) direto da Lenovo. Pequena análise a seguir. A configuração é razoável para o preço de R$ 1.699,00 (frete grátis). Tela 14", 1366x768 Intel Core i5 3210M 4 GB DDR3-1600 (1 módulo) Western Digital WD5000BPVT 500 GB Áudio Conexant CX20590 LAN Realtek RTL8169 Gigabit WLAN Broadcom BCM4313 b/g/n Bluetooth Broadcom BCM20702 Leitor de impressão digital Webcam Leitor de cartões Realtek RTS5229 PCIe Windows 7 Professional Veio com o firmware 2.06 de fábrica. A primeiríssima coisa a fazer foi atualizar para a versão mais recente 2.54. Usei o atualizador para Windows. Quem não for usá-lo, não se preocupe: a Lenovo oferece alternativamente um ISO inicializável contendo a atualização. O Windows 7 veio instalado no modo Legacy. Esse firmware permite usar o modo UEFI com CSM habilitado, um modo híbrido que os Acer não permitem . Isso tornou possível instalar o Wi...

Miúdos de clonagens manuais de partições (III)

Em Miúdos de clonagens manuais de partições (II) , sugeri, para regerar o machine-id, deletar /etc/machine-id e reiniciar. O systemd recriaria-o com o conteúdo de /var/lib/dbus/machine-id . Este método funciona no openSUSE 12.3, mas não no Fedora 18. Nele, existem alguns problemas. 1) /var/lib/dbus/machine-id não existe mais. D-Bus e demais códigos que dependem do machine-id foram atualizados para usarem o arquivo presente em /etc . 2) /etc é somente leitura quando o código que regera-o durante o boot é executado ( machine_id_setup() ), ou seja, a criação automática não funcionará. 3) Ao deletar /etc/machine-id e recriá-lo no ambiente do SystemRescueCd, o label do SELinux ficará errado e o arquivo ficará inacessível para os daemons quando o sistema for carregado. O sintoma de /etc/machine-id inacessível se manifestará (dentre outras formas) assim: # systemctl status systemd-journald.service systemd-journald.service - Journal Service Loaded: loaded (/usr/lib/systemd/sy...

Miúdos de clonagens manuais de partições (II)

Em Clonagem manual de partições com o Partclone (II) comentei que é recomendável mudar o UUID do sistema de arquivos quando ele for usado em mais de uma máquina. Uma medida de saneamento. Entretanto, existe outra informação que é prudente alterar: o machine-id. É um identificador único por instalação e que não deve mudar depois de definido. São dois arquivos relacionados: /var/lib/dbus/machine-id (D-Bus) /etc/machine-id (systemd) O primeiro foi o precursor. Depois, o systemd trouxe o seu em /etc . No openSUSE 12.3, /var/lib/dbus/machine-id e /etc/machine-id são diferentes, o que não faz sentido . Olhando o código do systemd, uma solução genérica me parece a seguinte: - Apagar /etc/machine-id . - Colocar um novo UUID em /var/lib/dbus/machine-id a cada restauração do sistema de arquivos. Durante o boot, o systemd detecta que /etc/machine-id não existe e cria-o automaticamente com o mesmo conteúdo de /var/lib/dbus/machine-id . Assim, existirá um único machine-id...

Desembarcando no openSUSE

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Depois do Ubuntu, Fedora, Arch, achei uma distribuição definitiva: openSUSE. Grande surpresa foi o gerenciador de pacotes, o Zypper. Quem usou o Fedora por um tempo sabe da lentidão do YUM. Pois o Zypper é o contrário (não ser escrito em Python ajuda bastante...). Tudo que precisava para aprender a usá-lo encontrei na man page. Multimídia Ao contrário do Fedora, que não traz nenhum pacote que não implemente tecnologias 100% livres de royalties (ver Multimídia no Fedora ), o openSUSE tem os pacotes básicos com os plugins -bad e -ugly do GStreamer, porém são capados — não possuem suporte para decodificação de MP3, AAC, AC-3, etc. Já o e gst-libav , necessário para vídeos em MPEG-4, não é distribuído. Aí entra o Packman, que é uma espécie de RPM Fusion para o openSUSE. No Packman, moram todos os pacotes com problemas com patentes. Lá, temos o pacote do plugin -libav do GStreamer bem como os demais, com os mesmos nomes dos presentes no repositório oficial. São iguais em ...

Boas novas vindas da terra do camaleão

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Das notas do openSUSE 12.2 Milestone 2 (versão preliminar de desenvolvimento): - Adotarão o Plymouth (demorou para aposentar o bootsplash, hein?). Finalmente boot flicker-free. - GRUB 2. Natural, pois o GRUB Legacy está morto. - Seguirão o USRMerge do Fedora. Levando em conta que o openSUSE já usa o systemd como init (da mesma forma que Fedora, Mandriva e futuramente o Mageia), as distribuições RPM-based estão aos poucos ficando minimamente uniformizadas. Um passo a mais para a necessária desbalcanização.