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Leve meu dinheiro, Nintendo

Super NES Classic Edition !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! US$ 79,90. Disponível em 29/09. Já imagino o preço absurdo aqui na Banânia. Não importa. Esse console marcou minha infância. Os jogos não são muitos, mas são top . Tomara que a Nintendo não repita o que aconteceu com o NES Classic Edition. Precisam produzir mais unidades desta vez para suprir a demanda, que deverá ser ainda maior.

A monocultura x86

Intel fires warning shots at Microsoft, claims x86 emulation is a patent minefield (Ars Technica) Ainda não sabemos como exatamente a Microsoft pretende emular o conjunto de instruções x86 quando o Windows 10 rodar sobre ARM. Se fosse implementar apenas as instruções do modo protegido do i386, provavelmente não haveria problema algum, visto que é improvável qualquer patente relacionada existir. No entanto, software atual precisa mais do que isso. Há diversas instruções adicionais possivelmente minadas por patentes, especialmente SIMD, que são requeridas nos dias de hoje. Nossa dependência do conjunto de instruções x86 precisa diminuir. Se pensarmos bem, não escreve-se mais aplicativos comercialmente em assembly [1] há muito tempo. Usam-se linguagens de alto nível. Fica a cargo do compilador gerar código de máquina para a arquitetura escolhida. Não existe nada que impeça, no momento em que a plataforma Windows 10 ARM existir, desenvolvedores disponibilizarem binários ARM nativos....

Dicas para transplantes de Windows (VirtualBox)

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Seguindo o post anterior , quando movi uma instalação do Windows XP para o VirtualBox, neste tratarei de alguns detalhes chatos do processo. Cenário comum é pegarmos uma máquina baleada, cujo hardware não funciona mais. Tiramos o disco, fazemos uma imagem e colocamos dentro do VirtualBox. Usando o Ghost no Windows PE, em certos casos — ainda não identifiquei em quais circunstâncias ocorre —, o arquivo VMDK/VHD não fica com permissão de escrita para usuários normais, apesar das ACLs estarem corretas. Isso ocorre porque o arquivo é criado com um Integrity Level alto. ILs têm prioridade maior do que as convencionais ACLs. Para complicar, não achei ferramenta embutida no sistema que permita remover ILs ( icacls permite modificá-los com a opção /setintegritylevel ). Precisamos de ferramenta de terceiros (obrigado, Microsoft!) para fazê-lo: chml.exe ( link ). Como Administrador: chml <unidade>:\caminho\imagem.vhd -rl Pronto. O misterioso erro do VirtualBox reclamando que o dis...

Novidades do EXT4

Fiquei um tempo afastado do EXT4. Por mais que mostre sua idade e seja considerado obsoleto pela Red Hat e Oracle, ainda é provavelmente o sistema de arquivos mais usado no mundo Linux. Existem trezentas opções que podem ser habilitadas ou não no momento da criação do sistema de arquivos. E mais! O mesmo pode ser feito em sistemas existentes. Antes que pensem que acho isso bom: não acho. Porém é assim que os EXT vêm sendo desenvolvidos há décadas; logo, saudemos a tradição! A partir do kernel 3.5, suporta checksums dos metadados. Considerado estável desde o 3.18. Quão estável? Não tenho ideia. Parte 1: 64bit Recurso adicionado na versão 1.42 da suíte e2fsprogs e presente desde o antigo kernel 2.6.28. O mke2fs (e atalho de conveniência mkfs.ext4 ) cria EXT4 com a opção 64bit ao detectar dispositivo igual ou maior que 16 TiB ( auto_64-bit_support = 1 em /etc/mke2fs.conf ) — mais especificamente 2 32 * tamanho_do_bloco (em 99% dos casos 4 KiB). Sem ele, não é possível format...

Compilação oficial do Firefox para Linux requer SSE2

Seguindo o Firefox x86-32 para Windows , a compilação oficial da Mozilla para Linux x86-32 requer processador com SSE2 a partir da versão 53 . É compilado com -march=pentium-m -msse -msse2 -mfpmath=sse . Ou seja, o conjunto de instruções do Pentium M, que por sua vez é basicamente o conjunto de instruções do Pentium III + SSE2. Uma pequena parte do código é compilada com -march=pentiumpro -mno-sse -mno-sse2 -mfpmath=387 para conseguir exibir esta mensagem e finalizar com erro: This browser version requires a processor with the SSE2 instruction set extension. You may be able to obtain a version that does not require SSE2 from your Linux distribution. Não afeta as compilações das distribuições, que definem suas próprias opções. Lembrando que em x86-64 nada disso interessa, visto que SSE2 sempre está disponível.

Transplantando instalação do XP para o VirtualBox

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Pelos mais variados, às vezes absurdos, motivos, cacarecos com Windows XP ainda estão na ativa. Em geral, hardware cambaleante. Um provável meio de lidar com o abacaxi é passá-los para dentro de ambientes virtualizados. Sendo o VirtualBox gratuito, é a solução que usarei aqui. Existem diversas ferramentas [1] para extrair o conteúdo do disco onde as velharias residem. O Symantec Ghost , o mais clássico dos programas para tal fim, suporta salvar diretamente em VMDK (VMware) desde a versão 11.5 e em VHD (Virtual PC, Hyper-V) desde a 12. No entanto, usando a GUI do programa, não é possível salvar nesses formatos. Só permite fazê-lo no seu formato nativo GHO. Recorremos então à linha de comando. O gdisk32 chamado sem argumentos nos dá os índices de cada dispositivo (estou rodando-o no Windows PE): Disk Partitions Cylinders Heads Sectors Mbytes Model 1 1 14593 255 63 114473.5 PH4-CE120 2 1 38913 255 63 305245.3 WDC WD32 0...

O útil blkdiscard

Todo mundo conhece o fstrim , que instrui o sistema de arquivos a avisar ao SSD quais blocos não está mais usando. Digamos que temos uma partição e que desejamos apagar sua área por completo. Tradicionalmente, usaríamos algo como: # dd if=/dev/zero of=/dev/sdxy bs=4k Contudo, com SSDs, existe uma forma mais rápida e prática: # blkdiscard -v /dev/sdxy Esse comando usa a requisição BLKDISCARD da chamada de sistema ioctl() e nos entrega a área que compreende a partição /dev/sdxy zerada [1] . Por usar o comando ATA TRIM, é rápido. Não funciona com discos rígidos. Neles, o kernel retorna erro e o comando avisa que não há suporte. Ou seja, blkdiscard é análogo ao fstrim , porém trabalha no nível do dispositivo de bloco, não do sistema de arquivos. Pode ser usado no disco inteiro também ( /dev/sdx ). Mesmo com HDDs, pode ser útil em certos casos [2] , pois com a opção -z ( --zeroout ) faz o mesmo que o dd faria: # blkdiscard -z -v /dev/sdxy blkdiscard -z usa a requisi...